Veja as notas e moedas da era do Real

As cédulas e moedas facilitam as trocas comerciais na economia. No Brasil, houve o Cruzeiro, Cruzado, Cruzeiro Real, por exemplo.

A era atual começou em 1º de julho de 1994, e estabeleceu o Real como moeda oficial do país, com duas famílias lançadas.

No caso das notas, conforme explica o Banco Central (BC), uma nova linha foi introduzida em 2010 para agregar elementos antifalsificação mais modernos.

Elas têm como característica a Efígie da República, que remete à personificação desse regime de Estado, na parte da frente e animais da fauna brasileira atrás – tartaruga-marinha (R$ 2), garça (R$ 5), arara (R$ 10), mico-leão dourado (R$ 20), onça-pintada (R$ 50), garoupa (R$ 100) e lobo-guará (R$ 200).

As notas também contam com uma marca tátil diferente em cada nota, voltada a portadores de deficiência visual.

Dinheiro têm recursos de acessibilidade

Notas da segunda família do Real têm uma marca tátil para os portadores de deficiência visual / Reprodução/Banco Central do Brasil

Sobre a primeira família do Real, ainda é possível receber as notas, mas o BC as vem recolhendo conforme sofrem desgaste.

Nessa série de dinheiro, havia também a nota de R$ 1 e outra de R$ 10, uma versão estilizada do mapa do Brasil, mas não tinha a de R$ 200.

Inclusive, a segunda família de notas começou sem ela, lançada posteriormente em 2020.

E como faço para ver uma nota falsificada? Segundo o BC, dever sempre ser vistos os principais elementos de segurança:

  • Nas cédulas da segunda família do real, verifique a marca-d’água, o número escondido, a faixa holográfica (nas notas de 50 e 100 reais) e o número que muda de cor (nas notas de 10 e 20 reais). Sinta também o alto-relevo.
  • Nas notas da primeira família verifique a marca-d’água, a imagem latente e o registro coincidente. Verifique também o relevo.

Moedas

As moedas se caracterizam por ter valor, data e alusão ao Pavilhão Nacional na parte da frente e, atrás, alguma figura da história do Brasil.

Se as moedas ficam muito tempo esquecidas numa gaveta ou perdidas na rua, por exemplo, geram o problema do entesouramento, o que dificulta a emissão de troco no comércio e incentiva o governo a produzir de novas, aumentando o gasto público.

Nesse caso, ajude a economizar dinheiro público, utilizando suas moedas para pagar ao caixa de mercado aqueles centavos a mais da despesa, carregar bilhetes nas estações com o valor exato ou dê a crianças para comprar doces.

Além das comuns, existem também as moedas emitidas pelo Banco Central em datas comemorativas, como a Copa do Mundo de 2014 ou os 50 anos do BC.

Algumas são novos modelos, como as de R$ 2 feitas para o centenário do voo do 14 bis. Outras são as comuns modificadas, como as várias moedas de R$ 1 que foram lançadas para os Jogos Olímpicos do Rio 2016, com a parte da frente sem modificações e a de trás representando o evento.

Há muitos colecionadores desse tipo de moeda e elas acabam valendo mais do que representam.

A moeda que contém a bandeira olímpica dos Jogos do Rio 2016, por exemplo, pode valer entre R$ 175 e R$ 300.